Na última terça-feira, 14, o Vereador Jesus Martins juntamente com o presidente Leonardo Hoff e os Vereadores Sérgio Hanich e Raul Cassel, foram vistoriar o principal acesso ao bairro Alpes do Vale, que está interrompido desde abril, devido ao deslizamento de parte da via, causados pelos temporais que ocorreram na Semana Santa. Os moradores do local, pediram urgência na resolução do problema e apresentaram uma série de reivindicações.
O presidente do conselho da Associação Comunitária Alpes do Vale – Acorvale, Cláudio Petry, informou que devido à interrupção da estrada Germano Friedrich, os moradores têm que fazer um desvio de quase cinco quilômetros pelo bairro Roselândia. "Além de gastarmos mais tempo e recurso, temos que passar pela BR-116, o que contribui ainda mais para o congestionamento da rodovia". De acordo com Petry, a entidade já havia solicitado, por diversas vezes, o fim do tráfego de veículos pesados naquela estrada. Outra reivindicação é o encerramento das atividades da pedreira, localizada muito próximo às residências. "O fluxo intenso de caminhões danificam o asfalto. Além disso, as explosões da pedreira certamente contribuíram para a erosão no local".
O corretor de imóveis Luciano Rauber salientou que o Alpes do Vale está situado em uma área de preservação ambiental, e que os moradores cumprem o seu papel de zelar pela região. A comerciante Iara Seadi reiterou: "fazemos a nossa parte, pagamos os nossos impostos. Queremos assegurar nosso direito de ir e vir. Dois meses sem nenhuma providência é um descaso com a nossa comunidade".
O corretor de imóveis Luciano Rauber salientou que o Alpes do Vale está situado em uma área de preservação ambiental, e que os moradores cumprem o seu papel de zelar pela região. A comerciante Iara Seadi reiterou: "fazemos a nossa parte, pagamos os nossos impostos. Queremos assegurar nosso direito de ir e vir. Dois meses sem nenhuma providência é um descaso com a nossa comunidade".
O Vereador Jesus Maciel questionou os valores informados pela prefeitura para a realização da obra, cerca de R$ 700 mil. Ele sugeriu ainda que seja liberada a pista contrária à cratera, mas que isso seja feito com muita sinalização para que as pessoas não corram riscos.

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